quinta-feira, 8 de abril de 2010

FLANDRES- LA LYS- SECTOR DA LA BASSÉ- 09 DE ABRIL DE 1918


Para que a memória nunca esqueça essa tragédia, a última batalha falada em português.
À memória dos combatentes do Corpo Expedicionário Português, na I Guerra Mundial.

6 comentários:

poeta do inverno. disse...

que bom que ainda exista pessoas preucupadas em mostrar o mundo o que aconteceu de triste na guerra para que esta não se repita... pena que a guerra ainda faça parte da vida de muitos, como israel e palestina etc...

saudações.
abraços

Teresa Fidalgo disse...

Pois é Poeta, como se a participação numa qualquer guerra fosse alguma vez benéfica...

Como já dissemos antes, qualquer guerra é injusta...

Ainda bem que há quem, como o Poeta do Penedo, não deixa esquecer estas enormes tragédias.

Saudações

Gibson Azevedo disse...

Poeta, não existe justificativa para esse resultado da ação de bestas do apocalipse, que habitam dentro de nós, os homens. Sem comentários!...

Poeta do Penedo disse...

caro poeta do inverno
considero ser necessário que estes cataclismos se não esqueçam, para que não se voltem a repetir. É necessário que assim aconteça, porque perante a estupidez do homem, não sei se a memória será um mecanismo suficiente para evitar novas tragédias.
Um abraço

Poeta do Penedo disse...

Cara Teresa Fidalgo
o que mais me impressionou nesta batalha, e esse sentimento avolumou-se após a leitura do livro do José Rodrigues dos Santos- A Filha do Capitão, foi o facto de o Corpo Expedicionário Português ser formado por tropas que não estavam minimamente preparadas para enfrentar um conflito desta envergadura, o mesmo é dizer que serviram apenas de carne para canhão, para servir os interesses, ou os caprichos dos que se intitulavam como os pensadores...são sempre os mesmos, aprendem no mesmo livro, ainda hoje os continuamos a ter por cá. Um sobrevivente desta batalha narrou-me, na primeira pessoa, algumas passagens. Constrange-me pensar no sofrimento que tantas mortes ocorridas numa só manhã, terá provocado neste frágil e então paupérrimo país (pouco mais ricos seremos actualmente).
Briosas saudações.

Poeta do Penedo disse...

Meu amigo Gibson
nenhuma justificação pode ser dada quando um homem mata um seu semelhante. Mas o que mais me indigna é saber que as verdadeiras bestas, os reais responsáveis, aqueles que idealizam as guerras e que as fomentam, nunca se encontram no palco dos seus ideais. Não sei que poder será esse, de onde virá, através do qual meia dúzia de homens conseguem manipular milhões, a ponto de os forçar a irem para um determinado local, quantas vezes um local que lhes é completamente estranho,para matar e para morrer. Poderoso esse poder!
Com amizade.