sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

MISTÉRIO NAS FOLHAS CAÍDAS



Por entre testemunhas carcomidas pelo tempo, a memória dos homens sussurra lembranças há muito esquecidas, atrozes ecos guardados no silêncio das folhas caídas.
São mistérios de um povo.
São murmúrios de Alcácer-Quibir.

2 comentários:

poeta do inverno disse...

o tempo faz me crer que nada vale a pena porque este arquiva e faz brilhar quem ele quer...mas vale a pena viver sem relogio assim o tempo jaz

Poeta do Penedo disse...

Não vale a pena tentar fugir ao tempo. Ele exerce sobre nós, inexoravelmente, a sua acção. Nem vale a pena tentar matá-lo, porque ele é imortal.
Tempo é tudo o que nos resta quando não temos mais nada.
Mas não culpemos o tempo de todas as nossas infelicidades. Por vezes esses maus momentos são fruto da má gestão que fizemos do nosso tempo.
Há tempo para se estar triste, mas certamente que haverá muito mais tempo para sermos alegres.
Um feliz natal meu caro poeta.