terça-feira, 24 de novembro de 2009

PASSAGEM DE AUSÊNCIAS



No reboliço adormecido da cidade, na noite que molhada acontece, sobre as águas plàcidas da ria os candeeiros inúteis iluminam a passagem da ausência dos homens. A solidão impera!
A noite se abandona ao Outono.

8 comentários:

Gibson Azevedo disse...

Estás bem de poesia, meu caríssimo poeta! Parabéns! Só os poetas vêem o que você viu. Parabéns, repito.
Abraços de Gibson Azevedo.

António disse...

Tomo de empréstimo as palavras do Gibson.

Poeta do Penedo disse...

Gibson e António

a ambos o meu obrigado pelas amáveis palavras. Essas mesmas palavras quero oferece-las ao meu caro amigo António Henriques, ele, verdadeiramente, um poeta do olhar.

Luciana disse...

Imagem e palavras em uma bela simbiose.
Parabéns!

Poeta do Penedo disse...

Ora viva Luciana.
Os meus agradecimentos pelas palavras simpáticas. Acho que o olhar sensível do meu amigo António Henriques merece muitas vezes reflexão.

Paula disse...

Magnífica esta foto. Sem dúvida o retrato da solidão...
Eu diria até uma solidão melancólica :)

Um abraço Poeta!

risen disse...

Paula
Na verdade uma fotografia que me cativou. O António Henriques tem uma extrema sensibilidade no olhar.
Agradecido pela visita.

Com amizade

Poeta do Penedo disse...

É a 2ª vez que isto me acontece. O comentário vai em nome de um tal risen. Não sei de onde aparece esta coisa.
Cumprimentos, Paula.